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A Guarda Nacional Republicana, através da Divisão de História e Cultura da Guarda, salvaguarda e divulga o seu património arquivístico, bibliográfico e museológico, proveniente dos quartéis existentes ao longo do território português, disponibilizando a informação aos cidadãos através de pesquisa eletrónica neste portal ou de forma presencial acedendo ao Museu da GNR e à Biblioteca e sala de leitura do Arquivo Histórico.

Visite o Museu da GNR, no Quartel do Largo do Carmo, em Lisboa, de segunda a sábado das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). Telf: 217655640;

E-mail: cg.dhcg@gnr.pt


Consulte a Biblioteca e a sala de leitura do Arquivo Histórico, no Quartel de Alcântara, sito na Praça da Armada, em Lisboa, de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00. Telf: 217655630; 

E-mail: cg.dhcg@gnr.pt



19/10/1921, faz hoje 105 anos que, ocorreu a trágica revolta militar chefiada por Manuel Maria Coelho e na qual aderiram civis e militares, sobretudo da Armada e da GNR. Depois da vitória dos revoltosos seguiu-se uma indefinição política para a posse do novo Governo. Às indefinições seguir-se-ia a designada "noite sangrenta" marcada pelo tristemente célebre episódio da "camioneta fantasma". Esta, sob a chefia de uma praça da Armada e com revolucionários da Armada, da GNR, do Exército e civis, recolheu o chefe do Governo António Granjo e outras ilustres figuras políticas e militares, como os "fundadores da República" Machado Santos e Carlos da Maia, que foram abatidos na rua ou à entrada do Quartel dos Marinheiros, no Largo do Município em Lisboa. Em consequência destes acontecimentos, o regime vai inverter a aposta na GNR. Seguir-se-ia o declínio da GNR que perduraria até vésperas do 25 de Abril de 1974. A GNR que em 1919 chegou a ser projectada para ter cerca de 19.500 militares, foi sendo progressivamente reduzida em efectivos e armamento (sobretudo a artilharia e metralhadoras pesadas), chegando à ditadura militar em 1926 com quase 12.000 militares (ainda assim mais do dobro dos efectivos da criação de 1911). Contudo, logo em 1927 a ditadura militar reduziu bruscamente os efectivos da GNR para pouco mais de 5.500 militares, tendo em contraponto criado em 1927 a Policia de Segurança Pública, que recebeu parte dos efectivos afastados da GNR. O número de efectivos da GNR manteve-se estabilizado, em baixa, praticamente durante todo o Estado Novo, sendo equivalente ao número de efectivos da recém-criada PSP, que passou a ter Comando-Geral em 1933.
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Inaugurado em 2014,  já foi visitado por mais de  350 mil visitantes.

O Museu da GNR foi distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM), nos "Prémios APOM 2021", com uma menção honrosa na categoria de "Incorporação", em cerimónia que se realizou em 29-10-2021, no Museu de Marinha, em Lisboa.

O prémio incidiu na doação do revólver "Galland Sommerville", que desde 1872 equipou a Guarda Municipal, antecessora da GNR e que vigorou até 1910.

Recebeu o prémio o Chefe da Divisão de História e Cultura da Guarda, Coronel Nuno Andrade, que se fez acompanhar da Dr.ª Ana Raquel e dos Sargentos-Ajudantes Fernando Ruas e Humberto Ferreira.


Celebrou-se no dia 13-12-2021, no Comando Geral da Guarda Nacional Republicana, o dia da Fundação, onde será apresentado e lançado o Livro "Origens da Guarda Nacional Republicana".
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